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Casada vai à casa de Swing e não contente marca com um dotado fora da casa após dar para dois

Postado há 1 ano

1997 Views3 comentário
Tem dias que o fogo é tão grande, que ir à uma casa de Swing não é suficiente!

Relato do vídeo

Eu tenho certo problema com casas de swing. As frequento desde 2011, mas quem me acompanha sabe — ou já percebeu — que eu não sou aquela mulher que toma a frente, que provoca, que atiça. Na verdade, eu nem sei como sou capaz de fazer as coisas que faço. Apesar de sentir muito prazer e gozar horrores, sou muito tímida. Então, se depender de mim, gente, esquece: eu não vou atrás de ninguém. E olha que já tenho uma boa experiência… com alguns homens muito bons, bons… e outros nem tão bons assim.

Mas eu curto muito sexo. Faço por prazer, porque gosto — só que esse é meu jeito: acanhado, tímido, de falar pouco. Por isso, como sempre digo, no dia que me encontrar, tenha iniciativa. Se você ficar só me encarando, vai morrer de pau duro, rsrsrs.

Feita essa breve introdução para quem não me conhece ou não é tão atento aos detalhes: nesse dia fomos à Inner Club , uma renomada casa de swing de São Paulo. E que fique claro: o problema nunca são as casas — eu é que tenho problemas com elas. Na verdade, não são elas o problema, e sim minha falta de sorte , às vezes. Essa falta de sorte está diretamente ligada ao fato de não ter homens com atitude no dia.

Hoje, escrevendo este texto em junho de 2025, percebo como o mundo está estranho. Os homens fogem das mulheres, não se sentam mais ao nosso lado, não dão aquelas cantadas legais... Na realidade, os homens estão com medo: tudo vira importunação sexual, assédio, estupro. Então, eles evitam até sentar ao nosso lado. Parece que paquerar virou crime. Basta o cara dar o azar de encontrar uma mulher mais rigorosa com esse tipo de assunto e pronto: acabou a vida dele, acusado das mais grotescas práticas.

Falo isso porque, nas primeiras vezes que fui a casas de swing, entre 2011 e 2013, era muito sexo. Eu saía de lá com as pernas bambas. Os homens eram vorazes, me tocavam — não com agressividade, mas com carícias — e isso me ajudava a me soltar e ter relações. Mas hoje em dia… você entra e sai do labirinto, e os machos te olham de cabeça baixa, nitidamente com receio de abordar. E como eu não corro atrás, acabo, às vezes, saindo do swing no zero a zero.

Naquela noite na Inner, eu estava com muito tesão. Queria ser tocada, fodida, devorada por vários homens. Queria mamar no glory hole . Tinha combinado de ir à Enigma com minhas amigas, mas algumas tiveram contratempos e não deu certo irmos juntas. Como eu estava subindo pelas paredes e há semanas sem transar com o corno (quando fico com muito tesão, deixo ele de castigo — só volto a dar pra ele depois de ser comida por outro macho), decidimos manter o plano de ir a uma casa. Mas, como a Enigma foi a casa onde mais dei azar de sair no zero a zero, falei pro manso que queria ir à Inner.

Conhecemos um casal e combinamos de ir juntos. Duas pessoas muito gente fina — e, para minha sorte, eles foram. O corno dessa amiga nos chamou pra dar uma volta no labirinto. Passamos por alguns cômodos até chegar a um espaço ao lado do cinema, onde havia uma espécie de sofá grande. Nele, uma moça mamava dois homens, enquanto o que acredito ser seu corno a observava. Ficamos ali, os quatro, mais uma meia dúzia de pessoas, assistindo os quatro se divertirem naquela mamada. De repente, todos eles saíram dali de mãos dadas — acredito que foram meter em um lugar mais reservado, só entre eles. A nossa diversão foi embora, e ficamos ali, nós quatro e aquela meia dúzia de pessoas, todos meio desolados, rsrsrs.

Então, um homem começou a tocar minha bunda. O corno estava com a mão na minha nádega esquerda e percebeu que alguém mais estava mexendo comigo, pois o rapaz alternava entre as nádegas. Ele passou a me encoxar, beijar meu pescoço. Eu já estava lubrificada. Ele me curvou diante dele, fazendo com que minhas pernas se abrissem e minha buceta ficasse exposta. Antes de ser penetrada, pedi ao corno que desse uma camisinha nossa (descobri recentemente que sou alérgica ao látex dos preservativos — que raiva!). Ele então destacou um preservativo da marca SKYN (fica a dica, rsrs) e entregou ao macho, que já estava com o pau entumecido. Ele colocou o preservativo, e eu passei a mão para conferir se estava mesmo com ele. Fui me apoiando no corno para deixar a bunda mais arrebitada e, pronto: lá estava eu, mais uma vez, levando rola de um completo desconhecido.

Mas aí deu um pequeno azar: o corno esqueceu de avisar ao casal que ele não come outras mulheres — só essa hot que vos escreve. Então o marido dela começou a apontar para ela, indicando ao Nei que a tocasse. Eu estava ali, sendo fodida por uma rola bem dura, e percebendo a confusão que começava.

Outro macho apareceu, pegou meus cabelos e puxou minha cabeça em direção à rola dele. O corno então deu espaço para esse rapaz, e eu fiquei curvada, sendo comida por um e fazendo boquete no outro. A situação foi se desenrolando entre o casal e o meu marido — e eu fui ficando muito brava. A mulher dele passou a tocar no pau do Nei, tirou ele pra fora e começou a chupá-lo. Ali eu fiquei cega de raiva: não é nosso combinado! Ele é corno e ponto final. Apenas isso!

Mas durou pouco a interação entre eles. Assim que comecei a mamar o outro rapaz, ele e o que me comia me arrastaram para o sofá onde estavam aqueles quatro. O macho que me comia metia com vigor — era gostoso, o que salvava aquele momento de raiva. O primeiro macho gozou, e o que eu chupava logo me fodeu também. O corno apareceu e lhe entregou outra camisinha SKYN. Notei que já havia um homem desconhecido comendo a mulher que chupava o Nei.

Eu estava muito puta com ele. Continuei dando para o segundo cara enquanto o Nei tentava, desesperadamente, se reconectar comigo. Eu o ignorei. Ele perguntava se o sexo estava gostoso — e eu gemia, porque estava mesmo. O macho era pauzudo, e não tinha como não gemer. Ele metia com força e rápido. Era questão de tempo: eu gozei gostoso.

Segui fria com o Nei, que me tirou dali, porque já tinha outro macho atrás de mim, parecendo um cachorro cheirando minha bunda, rsrsrs.

Dei uns xingos no Nei. Ele se explicou — coitado, estava de pau mole. Essa é a segunda vez que isso acontece: uma mulher investe nele no swing, e ele brocha, rsrsrs. Mas ainda assim, falei um monte, porque a culpa era dele de não ter avisado ao casal que ele não comia outras. Ficou aquele climão chato, mas eu estava morrendo de tesão. Precisava meter mais. Queria um dotado que me fizesse gozar de novo.

Entrei naquela rede social do Elon Musk, vasculhei as mensagens privadas e achei um que me interessou. Disse para o corno que queria aquele , e só fiz isso porque estava brava. Para amenizar, tomei várias doses de Amarula.

Deu muito bom. Assim que o corno chamou o macho, ele achou que fosse brincadeira. Combinamos de sair da Inner e ir até ele. Fomos a um barzinho, nos encontramos lá — o macho já estava à espera. Trocamos algumas palavras, tomei um drink e partimos para o motel.

O orgasmo foi uterino — a cabeça do pau dele tocava no colo do meu útero. Esses são os melhores orgasmos, quando bate no útero. Foi tão gostosa essa noite, no final, que o macho me comeu por mais de uma hora.

O plano depois era seguirmos pra casa, mas eu mesma sugeri ao corno que fôssemos a outro motel, onde transamos só nós dois — eu com cheiro de porra na bunda, e o corno cheirando e lambendo onde o comedor havia despejado o conteúdo da camisinha. Gozamos gostoso. Mas depois, o manso voltou para seu castigo, que só foi quebrado recentemente, quando fomos a outra casa de swing — onde fui comida por dois seguidores (inclusive um dos FDP levou minha calcinha, que paguei uma pequena fortuna… DEVOLVE! rsrsrs).

Em breve, volto para postar a segunda parte desse vídeo.

2 comentários

@dmatosr

senti falta do nei chupar a rola

@esa1980ba

Eu acredito, Bruninha, ate nas casas de swing os homens estao fugindo. Idiotas, e porque nao conhecem voce, meu amor, se soubessem do tesao que voce e na cama. A parceria de voces como casal e perfeita, a Bruninha doida por sexo e o Ney doido pra ser corno.

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