Noite na cabine da casa de Swing - O negro entrou sem convite e sem bater na porta
Quarto homem a me pegar na cabine do Swing, meteu no pelo, fez coito interrompido, gozou em cima do corno.
Postado há 4 meses
Nesta segunda etapa, que vou precisar dividir em dois vídeos (porque são mais de 2 horas), mostraremos todo o processo. Começamos em casa: o Nei me depilando com gilete em cima da cama, com todo cuidado e ternura. Ele raspou tudo, deixando a buceta e o cuzinho bem lisinhos.
Antes de ir para o motel, combinamos de encontrar nosso convidado em um bar na zona leste de São Paulo, para conversar pessoalmente sobre o assunto e nos conhecermos melhor. Foi só quando chegamos ao motel que caiu a minha ficha de verdade sobre o que eu estava prestes a fazer. Bateram várias dúvidas, me senti extremamente insegura, com muito medo, e isso vai ficar bem visível no vídeo. Eu estava travada.
Com isso, fica bem claro que não se trata de armação: a gente decidiu mesmo engravidar e deixar uma dúvida no ar sobre quem seria o pai.
Eu queria muito que meu marido ou o rapaz dissessem algo que me desse uma brecha para falar: “Você tem razão, acho que é melhor a gente deixar para outro dia”. Fiquei um tempão travada, sentada na cama, mexendo no celular só para passar o tempo.
O rapaz ficou muito confuso. Eu o deixei nesse estado porque, por um lado, meu corpo exalava feminilidade: eu estava fértil, depilada, perfumada e tinha dito que queria sentir ele gozar dentro de mim. Mas algo me travava completamente. Meu olhar o espantava. Ele tentava algumas investidas, tipo “dança do acasalamento” (rsrs), e eu simplesmente o ignorava.
Depois de alguns minutos esperando um milagre que não vinha, eu finalmente cedi. Larguei o celular, entreguei para o corno, mas continuava tensa. O rapaz começou a chupar minha buceta e ficou quase meia hora nessa preliminar tentando me destravar. Vai dar para perceber direitinho no vídeo o quanto eu estava travada: normalmente eu gozo em até 10 minutos de oral, mas ele teve muita dificuldade por causa da minha tensão.
Meu marido foi incrível, me ajudou em cada etapa: pegava nas minhas mãos, me beijava, chupava minhas mamas (que estavam bem sensíveis por causa do período fértil).
O rapaz veio até minha boca para me beijar enquanto me dedava. Ele ficou com o dedo no clitóris e começou a mamar minha mama direita. O corno percebeu que a mama esquerda estava sem atenção e logo abocanhou. Minhas pernas fechavam involuntariamente porque o rapaz esfregava meu grelo com força. Então, cada um com uma perna, eles prenderam minhas pernas bem abertas para o macho continuar me dedando. Estava uma delícia: sendo dedada, clitóris massageado, pernas presas e as duas mamas sendo mamadas ao mesmo tempo.
Depois de muita preliminar, o macho veio para cima de mim, sem preservativo. Metendo de quatro. E dá para notar que não demorou muito para ele tentar fazer coito interrompido, mas não conseguiu. Em uma das tiradas, fica nítido um jato de esperma saindo dele. Logo em seguida, ele encaixa de novo o pau em mim e, pouco depois, já dá para ver que minha buceta estava sendo galada de verdade, a porra já estava ali, saindo dele e melando toda a entrada.
Mais alguns minutos e o corno pede para ele avisar quando fosse gozar, porque queria ver bem de perto. Que inocência… o homem já tinha metido porra em mim. O que faltava mesmo era o orgasmo final, o alívio de gozar dentro.
E foi exatamente o que ele fez: gozou como um galo, inundando minha buceta com seu sêmen.
O corno não perde tempo: já me cobre também, usando a porra do outro como lubrificante natural para me penetrar. O Nei também se esvaziou dentro de mim.
E não acaba por aí. No próximo vídeo (o final sobre esse encontro), mostro mais duas gozadas dentro de mim, uma de cada um.
Depois desse dia, já passei a me considerar uma mulher grávida. Fiz o teste de gravidez algum tempo depois e, como não mantive relações com mais ninguém, o processo deu certo: fui fecundada por um daqueles dois.
No próximo vídeo também vou mostrar como ficou meu barrigão, algumas coisas que aprontei grávida e um bônus bem especial: um trecho inédito de um vídeo meu com o Nei, transando na véspera do parto, bem cedinho, quando ele me acordava para me bulinar grávida.
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