Mamando e dando no pelo para a rola em exposição por horas no Glory hole
Bruna mamando e levando rola preta com força no Glory Hole às 3h da manhã do negro grandrão.
Postado há 1 dia
Depois daquela noite insana na Inner, Bruna chegou em casa completamente destruída de tanto tesão. Eram quase oito da manhã quando caímos na cama. Ela mal teve forças pra tirar a roupa — como sempre, dorme completamente nua. Assim que deitou, apagou com aquele sorrisinho safado de quem tinha sido bem comida a noite inteira.
Eu não consegui pregar o olho. Fiquei ali, olhando pra ela... a buceta inchada, vermelha e ainda brilhando com os resquícios da foda. Primeiro fiquei vendo os vídeos que gravei dela dando muito na Inner, me masturbando devagar. Depois de quase três horas nessa tortura sem gozar, não aguentei mais e tive que mexer com ela.
Ela estava deitada de bruços, com a perna esquerda dobrada. Aproveitei a posição, abri um pouco mais suas coxas e enfiei o rosto entre elas. O cheiro era forte, deliciosamente pervertido: porra dos outros caras misturada com o melzinho dela. Comecei a lamber tudo, devorando cada gota que ainda escorria da sua buceta usada.
Tinha muito líquido dela, mas quem assistiu o vídeo “Noite na Inner Club - Um casal e seu comedor dotado quiseram e possuíram a Bruna” sabe que um dos caras gozou lá dentro... e eu só descobri isso editando o vídeo. Mesmo assim, ainda escorria bastante.
Quando minha língua acertou o clitóris e chupei com força, Bruna soltou um gemidinho baixo e mexeu os pezinhos, encolhendo os dedinhos — aquele sinal que eu conheço tão bem. Ela estava acordando... e acordando gostoso pra caralho.
Os gemidos foram ficando mais fortes, mais roucos, até que o corpo dela começou a tremer inteiro.
“Vou gozar, amor... ai, vou gozar!” murmurou, apertando minha cabeça contra a buceta com o pé enquanto gozava na minha boca.
Sem dar tempo pra ela se recuperar, eu a virei de lado, levantei sua perna esquerda e me encaixei de joelhos entre as coxas dela. Meti com tudo, fundo e bruto.
“Ai... tá fundo...” gemeu ela, a voz ainda cheia de sono e tesão.
“Mais fundo que os comedores da cabine ontem?” perguntei, metendo sem parar.
Bruna abriu um sorriso safado e sussurrou:
“Não... ontem tava muito mais fundo...”
Aquilo me deixou louco. Minha rola latejava dentro dela enquanto eu sentia o calor da buceta ainda melada da noite anterior. Levantei o rosto, todo brilhando do creme dela, e pedi:
“Abre os vídeos que a gente gravou no celular... quero que você assista enquanto eu te como.”
Com as mãos tremendo do orgasmo, ela pegou o telefone e abriu a galeria. Os vídeos rodaram baixinho. Primeiro o casal da cabine com o amigo deles, aquela loira gostosa gemendo como vadia no cio enquanto revezavam ela e a Bruna. Depois o glory hole... aquele pau preto grosso brilhando, entrando e saindo da boca e da buceta da minha mulher. Bruna rebolando, engolindo, pedindo mais. Eu fiquei ainda mais duro.
De repente ela pausou o vídeo e segurou meu braço:
“Shhh... amor, estamos fazendo muito barulho. Já são onze da manhã... os filhos já devem estar acordados.”
Eu sorri, com o rosto todo melado, baixei o ritmo mas não parei de meter devagar e fundo. Bruna continuou passando os vídeos no silencioso, mordendo o lábio enquanto minha pica explorava ela. Como não podíamos fazer barulho por causa das crianças, gozamos juntos em silêncio: eu enchendo ela de porra enquanto revivíamos as cenas mais pesadas da noite — o dotado entrando sem bater, o gozo farto, Bruna sugando toda a porra da camisinha e os dois homens invadindo a cabine, onde nenhuma gota de porra foi desperdiçada.
O cheiro da Inner ainda estava impregnado no corpo dela — suor, perfume e porra seca. Ela tinha dormido só três horas e já estava molhada de novo, se entregando completamente enquanto o marido corno lambia e comia tudo o que os outros tinham deixado.
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