Noite na cabine da casa de Swing - O negro entrou sem convite e sem bater na porta
Quarto homem a me pegar na cabine do Swing, meteu no pelo, fez coito interrompido, gozou em cima do corno.
Postado há 5 meses
Eu assisti a um vídeo de uma mulher que, no meio de uma trilha, bem no mato, transava com alguns homens. Não sei se foi combinado, mas deu um tesão danado ver aquilo.
Meu marido já tinha comentado comigo algumas vezes sobre isso, mas eu nunca curtia muito a ideia, principalmente por medo. Eu não curto lugares de mata; entre um sítio, uma chácara ou uma praia, eu voto na praia fácil, rsrs. Mas depois desse vídeo eu comecei a procurar outros e aquilo foi me dando cada vez mais vontade. Ainda faltava coragem e, claro, achar um lugar adequado: não podia ser muito movimentado, mas também não podia ser completamente deserto, senão ia sobrar só eu e o marido.
Aí pesquisamos algumas opções e fomos num parque aqui em São Paulo. O desafio era achar um lugar discreto, mas não ao ponto de ninguém passar por perto de jeito nenhum. Não podia ser na trilha principal, onde todo mundo corre ou faz exercício. Fomos caminhando e, no começo, tinha bastante gente – muito movimentado pro nosso plano. Fomos entrando mais mata adentro até encontrar o lugar perfeito: no momento não passava ninguém, mas dava pra ouvir vozes ali perto, e a vegetação densa impedia qualquer contato visual.
Falei pro Nei que agora era torcer pra alguém sair da trilha principal e entrar naquela trilhinha antes de escurecer, porque eu não teria coragem de ficar ali no escuro de jeito nenhum. Ficamos andando de um lado pro outro pra ver se aparecia algum homem sozinho. O plano era até o Nei correr atrás se visse alguém passando perto, pedir uma informação, quebrar o gelo…
Nossa, que sorte!
Cerca de uma hora depois, a gente viu um rapaz descendo no meio do mato num trote bem lento. Era a hora. Fomos de encontro a ele – nós numa caminhada bem devagar e ele trotando devagarinho também – o que deu tempo de ligar a câmera do celular. Se desse certo, ia ficar uma lembrança incrível.
Vocês vão perceber que tinha tanta coisa rolando ao mesmo tempo que o Nei até se atrapalha um pouco, e eu tomo a frente falando pro moço que a gente tava mesmo na maldade, procurando macho, rsrs.
Ele foi super gentil. O Nei perguntou onde ele tinha conseguido aquela garrafa de água mineral, e o rapaz já ofereceu pra mim – eu tava morrendo de sede mesmo.
O papo foi fluindo, ele sacou rapidinho a intenção, e pra deixar mais na cara o Nei ainda me mandou desfilar pro cara avaliar minha bunda. Ganhei nota 10, rsrs.
Dali já deu pra ver o volume no short dele crescendo. Ele me colocou pra mamar e eu não perdi tempo. Ele ainda tava meio apreensivo, sem entender direito, desconfiado, mas o corno foi tranquilizando.
Depois de uma boa mamada, ele me virou de costas, eu me apoiei numa árvore, o corno passou a camisinha pra ele, eu abaixei a calça – tava sem calcinha – e pronto: toda molhada, o pau deslizou com uma facilidade…
Gozei muito rápido a primeira vez, tava uma delícia. Depois ele me sentou nele, e o safado se levantou, tirou a camisinha, mandou eu mamar mais um pouco e eu obedeci. O pau ficou ainda mais duro. De repente ele me levantou, virou meu traseiro pra ele e, sem eu nem conseguir pensar ou entender o que ia acontecer, me penetrou fundo sem camisinha. Um pau quentinho, delícia.
Bom, já que tava dentro e no pelo mesmo, o serviço foi completo. O corno incentivou e o macho gozou tudo dentro de mim. Pra fechar com chave de ouro, o corno me limpou todinha.
O safado ainda pediu pra tirar umas fotos. Eu tava lá toda exposta, bunda aberta, e ele levou esse souvenir, rsrs.
Sensação maravilhosa dar no mato. Foi a primeira vez e eu já quero mais!
Gozada farta 💦💦💦
Gozou feito cavalo
Delícia vcs tem que vim pra balneário Camboriú Aki tem uma trilha da praia do pinho e outras mais que eu conheço todas elas .
Amo BC, já fomos, mas não aprontamos nadinha