Noite na cabine da casa de Swing - O negro entrou sem convite e sem bater na porta
Quarto homem a me pegar na cabine do Swing, meteu no pelo, fez coito interrompido, gozou em cima do corno.
Postado há 3 meses
Depois de encerrar nossas brincadeiras no meio da rua, bem pertinho do SESC Itaquera, seguimos até a casa do nosso amiguinho que tinha me comido no dogging. Era a primeira vez que íamos até lá.
Eu ainda estava levemente alta da Amarula, e ele tinha passado a noite em claro bebendo uísque com os amigos, então dava pra ver que o safado estava bem cansado. Mesmo assim, as putarias que rolamos e as coisas que falamos foram uma delícia.
Assim que chegamos, ele me deitou na cama dele e começou a chupar minha buceta com vontade. Um dos nossos filhos não estava muito bem naquela noite, então avisei ao corno que a gente precisava ser rápidos. Mas o filho da puta, sabendo que eu estava com pressa, foi logo contando pro comedor:
“Ela tá querendo dar e sair correndo, tá com pressa pra voltar pro filhinho”. Fez isso de propósito, claro, pra deixar o macho ainda mais louco de tesão e fazer a foda durar mais.
Fiquei puta com o corno.
Eu estava exausta, bêbada e preocupada com meu filho, mas quando o manso sente o cheiro de chifre no ar, não tem jeito: só sossega depois que leva as galhas bem enfiadas.
Nosso amigo adora me beijar e o beijo dele é delicioso. Ficava o tempo todo grudado na minha boca enquanto eu empinava o rabo e o corno lambia meu cu. Ao mesmo tempo, ele chamava o Nei de “corno otário” e mandava eu xingar também. E eu xingava, o que deixava o manso ainda mais feliz e babando.
Ele me perguntava qual era a pica mais grossa, mais gostosa, e eu respondia na lata:
“A sua, amor. A do corno é broxa mesmo”.
Depois ele mandou eu chupar seu saco e chamou o corno pra olhar bem de pertinho. O corno, todo perdido, perguntou:
“Amor, o que eu faço aqui?”
O comedor nem respondeu: pegou a cabeça do corno e empurrou direto na pica dele, fazendo o manso mamar gostoso. Em seguida mandou que eu beijasse a boca do corno — com a boca ainda com gosto do saco dele.
Aí ele perguntou onde eu queria a porra. Respondi sem pensar:
“Dentro da minha buceta”.
Ele falou que ia me engravidar. Eu avisei que tinha esquecido de tomar o remédio. Ele mandou eu repetir isso pro corno. O corno concordou na hora. Então o macho perguntou direto pro manso:
Se eu te engravidar ela, você cuida do moleque?”
E o corno respondeu, todo manso e excitado:
“Claro, já fiz isso duas vezes”.
Mas o corno não queria que fosse rápido. Ele queria que o macho demorasse muito, me fodesse por um tempão antes de gozar.
O comedor ficava me instigando o tempo todo, perguntando o que eu queria dele de verdade. Até que eu soltei, com a voz tremendo de tesão:
“Um filho"
Esses filhos da puta me deixam louca, e eu fico fantasiando essas mesmas putarias o dia inteiro.
Aí a conversa entrou num assunto mais polêmico. O corno começou a contar pro nosso amigo que eu tenho um fetiche desde a adolescência. Eu tentei cortar:
“Não conta, amor, é meio pesado”.
Envolve uma dose de força física, um pouco de violência, e uma palavra bem forte que me dá tesão absurdo.
Não vou escrever ela aqui pra evitar polêmicas desnecessárias. Quem quiser entender melhor o nível da parada, pode assistir ao vídeo que a gente gravou.
E tem mais… no próximo vídeo, que será a última parte, ele goza bem fundo dentro de mim, escorre muito leitinho, e o corno limpa tudinho com a língua, como o bom corno que é.
Aguarda aí que já conto o resto.
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