Noite na cabine da casa de Swing - O negro entrou sem convite e sem bater na porta
Quarto homem a me pegar na cabine do Swing, meteu no pelo, fez coito interrompido, gozou em cima do corno.
Postado há 4 meses
Dando continuidade à putaria...
Nessa segunda parte, o vídeo já começa pegando fogo: ele me macetando com força, montado em mim como um galo no cio, socando fundo na minha buceta enquanto eu gemia alto. Cada sentada dele empurrava meu útero pra cima, me fazendo ver estrelas, e ele ainda mandava o corno focar a câmera na minha cara de prazer absoluto, toda contorcida de tesão enquanto levava estocada profunda sem piedade nenhuma.
Depois fui eu quem tomei as rédeas: montei nele com vontade, cavalgando gostoso, rebolando devagar no começo e acelerando até sentir aquela rola dura cutucando o fundo da minha buceta, abrindo tudo.
Ele mandou: “Abre esse cuzinho pro teu marido ver direito”. Abri tudinho, exposta, enquanto subia e descia sentindo cada centímetro me preenchendo. É uma delícia isso: ficar sentada numa pica rija, sentindo ela bater no útero, ir cada vez mais fundo, e o corno ali babando, olhando meu cu piscando de tesão.
Voltei de quatro, ele socou forte de novo, segurando minha cintura e começando a dar tapas na bunda, tapas que ardiam gostoso. Eu pedia mais, implorava: “Bate mais forte, por favor!”. Ele bateu tanto que machucou a própria mão, e mesmo sendo super educado, ficava preocupado se tava doendo em mim.
Mas o corno e eu incentivávamos: “Pode bater sem dó, vai!”. A bundona ficou marcada de vermelho, até com umas pintinhas de sangue de tanto tapa... mas eu não sentia dor, só um prazer absurdo com aquela mãozona me dominando.
Comecei a provocar de verdade: “Quero que goze dentro da minha buceta, tira essa camisinha... me enche de porra!”. Ele resistia, mantinha a camisinha, mas eu atiçava sem parar. Voltei a montar, o corno me abria as pernas e o cu pra ajudar, ficamos nesse vaivém delicioso até eu gozar tremendo toda em cima dele.
Quando desci, cadê a camisinha? Tinha escapado e ficado lá dentro da minha buceta! Tive que enfiar os dedos pra resgatar, rindo e gemendo ao mesmo tempo.
Deu pra sentir um gostinho daquela porra quentinha no pelo pubiano... mas mesmo implorando pra ele me leitar de verdade, o safado resistiu. Se masturbou rapidinho e gozou tudinho na entrada da minha buceta e no meu cu, uma gozada grossa, quente, escorrendo.
Mandei o corno na hora: “Vem me limpar, amor”. Ele lambeu tudinho, sugando cada gota daquela porra alheia misturada com minha buceta melada. Minha bunda ficou brilhando de esperma e saliva, toda lambuzada e marcada pelos tapas.
Aí o manso (o corno) veio me foder também. Sem dúvida, um restinho daquela porra do macho entrou junto com ele, eu tava toda melecada, não tinha como penetrar sem empurrar aqueles fluidos quentes pra dentro de mim.
Foi uma delícia sentir os dois misturados.
Depois fui tomar banho, e o corno deixou a câmera bem focada na minha bunda vermelha e na buceta ainda inchada e brilhando enquanto eu me lavava devagar, provocando a lente.
Saímos dali, mas continuamos em contato com esse macho delicioso. Quem sabe não rola um bis... com ele finalmente tirando a camisinha e me enchendo como eu pedi?
O vídeo dessa parte 2 tem quase uma hora de pura sacanagem sem cortes: as cavalgadas fundas, os tapas que deixaram a bunda marcada, a camisinha perdida lá dentro, a gozada na entrada e a lambida do corno limpando tudo.
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