Prévia - Swing em janeiro: O tatuado nordestino

Postado há 4 meses

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Nesse dia transei com três homens, a estratégia foi a mesma: Ver os paus no Glory e convidá-los a meter em mim

Relato do vídeo

Como já contei nos dois vídeos anteriores, eu estava impossível naquele dia. Já tinha mamado e sido penetrada pelo pau bem duro do coroa e, depois, fiz o mesmo com o negão, que foi o segundo a me comer naquela noite.

Esse foi o terceiro e último pau estranho a me penetrar naquela deliciosa noite. Após cerca de 1h30 que o negão me fodeu, meu marido estava louco de tesão para me ver fazer algo que, até então, eu nunca tinha feito: dar para um macho pelo gloryhole sem nem olhar na cara dele, sem conversar, só mamar, deixar duro, virar o rabo, encostar no buraco da cabine, abrir as bandas da bunda e esperar a surpresa que viria, rsrsrs. Sensação bem estranha e perigosa, mas topei depois de uma boa conversa com o corno.

Achamos um macho que estava no mesmo esquema do coroa que eu contei: pau já no buraco do glory. Entramos na cabine, tirei o salto, me ajoelhei e abocanhei a rola dele, mamando com carinho aquele pau que logo ia me foder.

Me levantei e me posicionei do jeito que o corno queria ver: meus buracos encostados no buraco da cabine, esperando uma boa penetração. A posição estava horrível tanto pra mim quanto pro macho, porque aquela cabine, acredito, foi projetada pra homens de baixa estatura. Eu tinha que ficar curvada, com a bunda no buraco, mas com os joelhos semi-flexionados pra abaixar até a altura certa, e o comedor estava na mesma dificuldade. Mesmo assim, com o tesão que estávamos, ele conseguiu enfiar o pau em mim. O corno notou na hora, porque quando sou penetrada (principalmente na primeira vez), meus olhos se arregalam muito, rsrs.

Não sei o porquê disso, é uma reação fisiológica que eu nem percebia que fazia. O corno falava, mas eu nem ligava, até começar a notar nos vídeos que realmente é minha reação natural, assim como quando gozam em mim, eu fico curvada e levanto uma das pernas.

Depois de umas boas metidas, o corno percebendo que a posição estava desconfortável, chamou o rapaz pra dentro da cabine.

Como era uma cabine só pra mamar e dar pelo buraco, ela era bem apertada e só tinha um banquinho pequeno, tipo puff. O macho me deu uns amassos e perguntou se podia me chupar. Falamos que sim, mas o corno disse que ali seria difícil. Então o comedor sugeriu que a gente o seguisse até outra cabine que tivesse um sofá.

Trocamos de cabine. Tirei toda a roupa, deitei no sofá com as pernas abertas e ele meteu a língua no meu meio, uma delícia aquela língua. E ainda tinha o sotaque nordestino daquele safado, o que deixava tudo ainda mais gostoso. Ele falava um português certinho, e com aquele sotaque, me deixou louca de tesão. Foi o primeiro com esse perfil que me fodeu.

Ele me fez gozar de tudo que foi jeito, mas como já era bem avançado na madrugada, ele já tinha transado muito e estava exausto. Mesmo assim, não conseguiu gozar de jeito nenhum. Ele me comia, tirava o pau e mandava eu mamar, eu punhetava, ele voltava a meter (de quatro, no papai-mamãe), e nada de gozar. Mas eu aproveitei bastante: gozei horrores na pica daquele safado tatuado.

Na hora de ir embora, passamos na chapelaria da casa de swing pra pegar meu sobretudo, porque por baixo eu estava só de lingerie (a mesma do vídeo). Saí da casa com o sobretudo sobre o antebraço, toda peladinha, desfilando na rua por uns 500 metros até onde deixamos o carro estacionado. Eu jogava a bunda de um lado pro outro, até que, em certo momento, parei, me ajoelhei, coloquei as mãos no chão, fiquei de quatro bem no meio da rua pro corno filmar e fotografar. Aquela sensação gostosa de medo, vergonha e tesão ao mesmo tempo, rsrsrs.

Divirta-se!

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