Noite na cabine da casa de Swing - O negro entrou sem convite e sem bater na porta
Quarto homem a me pegar na cabine do Swing, meteu no pelo, fez coito interrompido, gozou em cima do corno.
Postado há 1 mês
Eu estava de quatro na cama, toda molhada e ansiosa, quando o corno foi buscar a camisinha. Mal ele saiu do quarto, o macho segurou minha cintura com aquelas mãos fortes e, sem pedir licença, enfiou tudo de uma vez. No pelo. Cru, fundo, sem nada entre nós.
Soltei um gemido alto, surpresa e louca de tesão ao mesmo tempo.
— Amor! Ele enfiou no pelo! — gritei, rindo enquanto sentia ele me abrindo inteira.
Meu marido apareceu na porta do quarto com a camisinha na mão e ficou parado, olhos arregalados, vendo o pau grosso do macho desaparecendo dentro de mim sem nenhuma proteção. Ele só conseguiu murmurar um “caralho…” baixinho.
O macho nem se importou. Segurou minha bunda com força e começou a meter com vontade, ritmado, fazendo meu corpo balançar a cada estocada. Eu sentia cada veia, cada centímetro dele roçando direto no fundo da minha buceta, batendo no útero. Era deliciosamente perigoso e eu adorava.
— Tá gostoso, né safada? — ele rosnou no meu ouvido, apertando minha cintura.
— Aham… tá muito bom… — respondi, já sem fôlego, gemendo a cada investida.
Meu marido se aproximou devagar, assistindo tudo de perto, o rosto vermelho de excitação. Ele ama esse momento: ver outro homem me comendo sem camisinha, marcando a esposa dele por dentro. (é o resumo da primeira parte desse encontro)
Aqui vai o que rolou em seguida, sem filtros, nesta nova parte do encontro.
Depois de um tempo, o macho saiu de dentro de mim com um barulho molhado e obsceno — aquele som de pau grosso se desacoplando de uma buceta encharcada. Eu tremi inteira.
— Põe a rola dele, corno! — ordenei, olhando para o meu marido com um sorrisinho provocante.
Ele obedeceu na hora. Pegou o pau do macho, ainda brilhando com meus cremes, e posicionou bem na entrada da minha buceta.
— Vai! — disse ele, a voz rouca de tesão.
O macho voltou a meter com tudo, agora com meu marido ajudando a guiar. Era humilhante, excitante e safado demais.
Mais tarde ele me virou de lado, levantou minha perna e socou ainda mais fundo. As estocadas ficavam cada vez mais fortes.
— Ai caralho… meu útero! — gemi alto, sentindo ele batendo bem no fundo.
— Empurra no útero dela! — meu marido incentivou, já se tocando devagar enquanto assistia.
Ele gozou assim, paradinho, só de me ver sendo arrombada. Meu corno ejaculou sem nem se mexer direito, gemendo baixinho, olhos fixos na cena.
O macho continuou implacável. Metia sem parar, suado, gemendo grosso. Até que deu um gemido mais longo e eu senti o jato quente enchendo minha bunda. Ele gozou muito, me deixando toda melada e escorrendo nas minhas costas, cintura, bunda e coxas, foi um esperma branco, grosso, farto e quente.
Quando terminou, o macho se levantou calmamente e foi se lavar no banheiro.
Eu fiquei ali, apoiada sobre a mexa, bunda empinada, ainda trêmula, sentindo o esperma dele escorrendo devagar entre minhas pernas. Meu marido se aproximou, olhos brilhando de desejo.
— Vem cá, amor… — murmurei.
Ele não precisou de mais nada. Abaixou o rosto o encostando na minha bunda e começou a me limpar à moda antiga, com a língua. Lambeu tudo devagar, enfiando a língua fundo no meu rabo, saboreando o gosto do macho misturado com o meu. Ele faz uma faxina perfeita, o safado.
— Que delícia… você é o melhor corno faxineiro do mundo — falei, gemendo baixinho enquanto ele me limpava.
Na próxima parte, você vai ver que ficamos a sós e então o Nei pode me foder, afinal, é nosso combinado, ele só me toca depois que um macho abre passagem em mim...
Depois que o macho foi embora, ficamos eu e meu marido sozinhos no quarto bagunçado. A cama ainda rangia do tanto que tinha sido usada. Ele me puxou para perto, já duro de novo.
— Faz tempo que eu não te como… — murmurou, passando a mão na minha buceta ainda sensível e na minha bunda, ainda grudenta de tanta porra.
Eu sorri, provocante:
— Você sabe do combinado, né amor? O corno só come o que sobra depois do comedor.
Ele sorriu de volta, safado:
— Então deixa eu aproveitar o que sobrou…
E me fodeu devagar, sentindo minha buceta quente, escorregadia e bem usada. Enquanto metia, ele gemia no meu ouvido:
— Buceta usada de hotwife… que delícia…
Eu gozei apertando a cintura dele, gemendo alto. Ele não demorou e gozou dentro de mim também, misturando o esperma dele com o do macho.
No final, enquanto eu recuperava o fôlego, ele olhou para a câmera ainda ligada e disse:
— Se você quer ver o que realmente aconteceu aqui hoje, vai lá no brunasilvahotwife ponto com, Tem o vídeo completo, com o macho me comendo no pelo, enchendo minha bunda de porra, e muito mais. Mais de cem vídeos de outros encontros que essa safada aprontou.
Abri bem a bunda na frente da câmera, mostrando tudo ainda cheio e escorrendo.
— Olha como ficou cheio de porra… — falei, rindo.
E assim terminou mais um encontro perfeito e prazeroso.
A melhor sem dúvidas, meu sonho
Goza para mim então