Noite na cabine da casa de Swing - O negro entrou sem convite e sem bater na porta
Quarto homem a me pegar na cabine do Swing, meteu no pelo, fez coito interrompido, gozou em cima do corno.
Postado há 10 meses
Nessa segunda parte, o negro segue me comendo de quadro e fica me instigando a dividir o pau com o corno enquanto enche a minha bunda de tapas, me deita com a bunda para cima e começa a me perguntar se dou o cu, digo que raramente.
Ele deixa por cima de mim e fode com vigor, o corno vai para trás filmar bem de perto a penetração, até que o pau daquele cavalo escapa e sem titubear, o corno já avisa para deixar que ele coloque. O corno afirma que não consegue meter daquele jeito, e eu digo que realmente não consegue porque seu pau é pequeno. Nesse momento, o negão, de propósito deixa o pau escapar de novo só para o manso socar em mim de novo.
O corno segue filmando bem de pertinho até que eu passo a me abrir para que a penetração ocorra ainda mais profunda, o corno pergunta se eu estou me abrindo, digo que sim, e mando que ele venha me abrir, sem pestanejar o corno corre para me abrir bem gostoso.
O macho então aproveita para socar forte, fica muito gostoso quando o corno me abre, então eu aviso que quero gozar, o corno me pergunta se me abrir daquele jeito ajuda no orgasmo, eu aviso que sim e então explodo num orgasmo forte, intenso, com pau de cavalo dentro de mim.
Mas o negão era insaseável, me dá poucos segundos e já me deita na cama, abre as minhas pernas e passa lamber o meu priquito de novo rsrsr. Enquanto eu vou gemendo baixinho, o corno vem beijar a minha boca, depois o manso vai para o banheiro e o negão não perde tempo, vem para cima de mim e então [...] CONTINUA
Que mulher deliciosa como queria ter o privilégio de fodela tbm
Olha, não prometo nada, mas mante fotos de corpo para brunasilvahotwife@gmail.com. se eu gostar, podemos combinar. Não responder, também é resposta rsrs
Quem te viu e quem te ve, Bruninha, de uma garotinha timida e acanhada para a mulher poderosa de hoje..
Mas eu ainda sou mega tímida, é que quando estou diante de um pau de um comedor, o desejo me liberta.