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Swing em janeiro: O pau duro no Glory Hole pertencia a um coroa.

Postado há 4 meses

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Primeiro macho da noite: coroa no glory hole, pau implorando. Fui pra cabine, chupei, levei de quatro e engoli tudo!

Relato do vídeo

Nossos amigos mandaram mensagem meio em cima da hora avisando que estavam vindo do interior (Campinas) para ir à Inner. Mandei mensagem para o Nei, que está numa fase pesada de estudos, e eu numa fase de pouco sexo por causa dos compromissos do corninho.

Quero muito apoiá-lo, mas ele fez parte da construção desta Hotwife e sabe que o caminho não tem mais volta. Eu fico sedenta, meus hormônios descontrolam.

Falei para ele dar uma pequena pausa, aproveitar a sempre boa companhia dos nossos amigos e me levar para ser fodida por pelo menos três machos.

O Nei é focado em tudo que faz, mas tem hiperfoco em mim — ao menos é o que ele fala rsrs. Brincadeira à parte, ele tem mesmo hiperfoco em mim, no cuckold e em me ver transando com outros homens. Isso é o calcanhar de Aquiles dele, o seu cabelo do Sansão rsrs.

Ele topou na hora!

Saiu mais cedo do trabalho para me depilar (você já sabe, é nosso ritual). Depois me deu banho, me ajudou com a roupa, a me vestir, a calçar o salto e pronto: partiu casa de swing!

A gente prefere deixar o carro um pouco distante da casa para irmos a pé fazendo exibicionismo, tirando umas fotos, vídeos… e vai que aparece um desavisado com tesão acumulado que não resiste a uma mulher seminua andando pela rua rsrs.

Hoje em dia, vou para o swing sempre com roupas mega provocantes, para causar mesmo e ninguém ter dúvidas de que ali habita uma Hotwife genuína.

Eu estava tão a fim de levar uma boa rola que avisei pro Nei:

“Amor, assim que a gente chegar, vamos dar um giro no labirinto e pegar um pau bem gostoso pra me foder.”

Essa é uma estratégia que a gente aprendeu depois de ir mais de uma centena de vezes a casas de swing (e em várias delas).

Mas nesse dia o plano de chegar e já ir caçar pau não tinha nada a ver com a tática de pegar o pessoal cedo, descansado, com gás e mais virilidade. O negócio era que eu realmente estava necessitando ser bem penetrada. Já fazia quase um mês que eu não dava — o Nei foi o último a me comer, depois da nossa última aventura. E esse é o biscoito 🍪 dele: ele ganha o direito de me tocar sempre que eu for tocada por outro. Depois disso, fica proibido de me penetrar e, principalmente, de gozar!

Então eu estava mesmo precisando gozar… e o corninho, coitado, também precisava rsrs. Mas ele ainda vai demorar: três rolas vão me penetrar antes dele.

No primeiro giro, fomos direto pras cabines que ficam no corredor atrás do ônibus (sim, na Inner tem um ônibus de verdade pra brincadeiras adultas rsrs). Muitos homens ficam nesse corredor, onde tem umas cabines cuja “porta” é só uma cortina. Eles ficam em pé com o pau nos buracos do glory hole. Do outro lado do corredor, há cabines com porta de verdade que, quando desocupadas, ficam abertas. Ao passar, você vê aquelas pencas de picas duras totalmente expostas, esperando bocas e bucetas dispostas a abocanhá-las.

Eu tenho uma tática (quilômetros de experiência acumulada rsrs): passo pelo corredor, vejo as rolas, escolho as que me interessam, dou a volta lá perto do ônibus, olho quem é o dono do pau. Se me agradar, o corno faz o convite.

Isso porque é uma caixinha de surpresas: às vezes a pessoa parece bacana, mas o pau não agrada; outras vezes a aparência e o pau são interessantes, mas não endurece rsrs.

Depois que aprendi isso, minha taxa de assertividade aumentou muito… e meus orgasmos também 😀

Bom, naquela noite um pau chamou a atenção: branquinho, médio para pequeno, mas muito duro. Dava pra notar aquelas subidas desesperadas — parecia que o pênis implorava por alguém que o libertasse da prisão. Ele precisava se aliviar, estava teso e tenso demais. Nem sempre o pau grande é o que compensa mais. Pau bom é aquele que te coloca no lugar, bom pra mamar e pra sentir firme dentro da gente. E aquele pau era exatamente o que eu precisava naquela hora. Tinha maiores, mais grossos, mas naquela rigidez… só aquele.

Faltava o segundo critério: a pessoa estar bem apresentável rsrs.

Quando demos a volta, era um senhor de uns 55 anos ou mais. Peludo, bem vestido, cheiroso. Dei sinal verde pro corno fazer a parte dele — é sempre ele quem faz o convite.

O homem era exigente. No vídeo você vai ouvir ele falar que não fica com “mulher feia” nem fodendo rsrs.

Acho que isso foi um elogio, afinal ele não só ficou comigo como me fodeu e gozou na minha boca — um leite bem fresquinho, era a primeira transa dele da noite. Me dei bem!

O Nei o convidou. No começo ele nem entendeu direito. Quando o Nei chamou, ele nem olhou e disse:

“Tá fraco, não apareceu ninguém!”

Achou que o Nei fosse outro single perguntando se tinha alguma coisa boa por ali rsrs.

O Nei insistiu, tocou no ombro dele e falou:

“Se interessa?”

Apontando com a cabeça na minha direção.

Faz todo sentido ele ter falado aquilo sobre critérios de beleza no vídeo, porque ele não aceitou de imediato. Saiu da cabine, me mediu da cabeça aos pés, depois dos pés à cabeça. Ficamos ali alguns segundos em silêncio. Achei que ele ia dizer: “Obrigado, mas eu passo!” rsrs.

Pra nossa felicidade, ele perguntou se a gente queria outra cabine. O Nei disse que sim, e o nosso novo amigo já emendou:

“Me sigam!”

Fomos pra cabine que ele escolheu. Demos uns amassos, beijos, e ele começou a se despir — tirou tudo. Eu estava certa: aquele pau precisava muito se aliviar e a minha boca seria o instrumento pra conduzir ele ao alívio dos justos. Ele saindo tirando a roupa toda foi como se fosse a materialização daquele pau que vi no glory hole rsrs. Estava desesperado pra se aliviar em mim. Juntou a fome com a vontade de comer — porque eu estava na mesma, só que mais discreta, claro rsrs.

Ele era bem peludo, parecia um urso, mas cheiroso e pronto pra abater o meu tesão!

Mamei gostoso aquele pau entumecido, desesperado por uma boca macia e uma garganta preparada. Eu estava com tudo do jeito que ele precisava. Como eu babei naquele pau duríssimo…

Ele meteu com vigor em mim, de quatro, toda aberta, lubrificada naturalmente. Sentir as paredes da vagina sendo abertas por um pau bem duro quando estamos com muito tesão é aquela sensação típica de quando estamos com fome e chega aquela comidinha que nos preenche, saciando tudo. Era exatamente assim que eu me sentia com a primeira estocada.

Recomendo fortemente que assista ao vídeo todo pra sentir as sensações que nós três vivemos naqueles 2 metros quadrados de cabine. O jato de porra quente que ele depositou na minha boquinha ficou uma obra digna de Picasso, se é que você entende o trocadilho rsrs.

Depois dele, rolaram mais duas aventuras: um negro e um tatuado, que conto nas próximas semanas. E o melhor de tudo: tá tudo gravado pra provar que não minto 🥰

#HotwifeSedenta

#CorninhoFilmando

#GozadaNaBoca

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