Da fantasia de ser forçada à primeira mamada para um amigo do meu pai no carro

Postado há 3 horas

História da minha adolescência: desejos secretos, bunda grande, MSN e a primeira vez que engoli tudo de um homem mais velho

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Minha fantasia de ser forçada que virou real no carro

Desde que era novinha eu já tinha meus desejos, aquelas coisas que me atraíam e que eu mal entendia. Para a minha sorte — ou não —, eu era muito magrinha, com pernas finas e cintura marcada, mas sempre tive o bumbum mais avantajado, redondo e empinado. Isso me rendeu, na escola e no bairro inteiro, o carinhoso apelido de “tanajura” rsrs. As meninas falavam por inveja, os meninos ficavam olhando disfarçado… e os homens mais velhos nem disfarçavam.

Por causa dessa bunda grande, desde os meus 14, 15 anos eu já despertava olhares maliciosos dos homens — e não só dos da minha idade. Eram homens de verdade, maduros, com barba por fazer e voz grossa. Inclusive amigos do meu pai, que passavam no bar dele e, quando eu ajudava a arrumar as coisas nas prateleiras, eu sentia aqueles olhares queimando nas minhas costas, descendo devagar pela curva da minha calça.

O Nei, que hoje é meu marido, nessa época morava a poucas quadras de mim. Mas nem ele nem eu imaginávamos que um dia ficaríamos juntos. Na verdade, a gente nem se falava. Não havia amizade, nem coleguismo, nada. Eu nem sabia o nome dele, conhecia apenas de vista quando ele passava de bicicleta ou ia comprar pão. Ele, por outro lado, me conhecia sim. Eu era meio popular no bairro pelas minhas características físicas — a tal “bunda grande da tanajura” — e também porque meu pai era comerciante conhecido por todo mundo. Todo dia tinha gente entrando e saindo do bar / loja.

Minha mãe sempre fez marcação cerrada em mim. Ela é muito esperta, pega as coisas no ar. Às vezes me tirava de algum lugar de repente porque percebia olhares de cobiça vindo de homens 20, 30 anos mais velhos do que eu. “Vamos embora, Bruna”, ela dizia puxando meu braço. Tudo para me preservar e me afastar do “mundo da perversidade”, como ela chamava. Mas acho que essa proteção exagerada só aumentou minha curiosidade e despertou desejos ainda mais pecaminosos. Quanto mais ela me vigiava, mais eu fantasiava.

Eu usava muita calça jeans justa, daquelas que marcavam bem a cintura fina e o formato perfeito do bumbum. À medida que meu corpo crescia e a bunda ficava mais empinada, também aumentava o número de homens safados que me comiam com os olhos na rua, no ponto de ônibus, no mercadinho. Eu não sabia na época, mas gostava muito daquilo. Sentia um friozinho gostoso na barriga e um calor que descia lá pra baixo.

Sempre que sentia um homem me desejando, eu ficava excitada — sem nem saber direito o que era excitação. Hoje, com muita experiência, lembro claramente do calor que tomava conta dos meus genitais, da lubrificação natural que deixava minha calcinha molhada. Na hora, eu achava que era só nervosismo ou medo. Mal sabia eu que era tesão puro.

Eu imaginava coisas absurdas. Chegava a fantasiar um carro parando ao meu lado numa rua escura, um desconhecido mais velho e bonito baixando o vidro e me convidando para entrar. Eu negava, fazia charme… ele insistia, me pegava à força com aquelas mãos grandes, me colocava no banco de trás e fazia tudo o que quisesse comigo. Me dominava, me usava. Claro, esses eram desejos totalmente sigilosos. Ninguém imaginava que a Bruna, aquela mocinha de família, filha do comerciante, tinha fantasias tão impuras com um desconhecido me pegando à força, já você que me acompanha sabe disso, já contei, inclusive pela boca do meu marido no vídeo do dogging.

Tive poucos namorados, mas transei com todos eles, pretendo contar minhas experiências com cada um deles.

Até que um dos amigos do meu pai, que vivia me secando descaradamente quando ia no bar, me chamou no MSN. Naquela época, uns 20 anos atrás, MSN era o principal meio de comunicação. Você usou também? Eu fiz muita coisa lá! rsrs

Ele começou com um papo bem aleatório:

“Acordada a essa hora?”

Respondi que sim, que pra mim era cedo ainda. Na adolescência, eu e milhares de outros virávamos a noite no MSN e nos chats UOL, mas o MSN era o meu preferido. Achava mais seguro porque quase todo mundo ali era contato conhecido.

Esse amigo do meu pai, que vou chamar de Jota, tinha uns 15 anos a mais que eu. Achava ele bem interessante pelo jeito safado, confiante. Era conhecido no bairro por ser pegador, contavam várias histórias de conquistas. Eu não me atiraria pra ele abertamente, mas se fosse ele o cara do carro mandando eu entrar… acho que ficaria molhadinha na hora. Ia resistir um pouco pra fazer charme e, se ele insistisse, diria que só se me obrigasse rsrs.

Bom, deixando os devaneios de lado (que nunca aconteceram), vou contar o que de fato rolou.

O Jota continuou puxando papo, conversinha furada sobre nada e tudo, até que disse que queria conversar comigo pessoalmente. Estavam claros pra mim os motivos: ele não queria deixar rastros escritos e, principalmente, porque era algo que um adulto não devia propor pra uma menor de 16 anos. Eu tinha 16, ele era amigo do meu pai… tinha tudo pra dar ruim.

Eu desconversei, disse que uma hora dessas que nos víssemos na rua ele poderia me falar o que queria. No fundo, minha vontade era matar a curiosidade ali mesmo, mas quis parecer contida e equilibrada.

Isso acabou assustando ele um pouco. Ficou uns dias sem me chamar. Umas três semanas depois, entrei no MSN e vi que ele estava online. Resolvi criar coragem e puxei assunto do mesmo jeito que ele fez comigo:

“Acordado a essa hora, Jota?”

Aquilo pra ele foi como uma porta que imaginava fechada se abrindo de novo. Começamos a conversar. Falamos da escola, da minha ansiedade pra acabar o ensino médio, da época dele na escola… Depois de um tempo, criei coragem e perguntei se ele ainda tinha algo pra me dizer. Ele respondeu que sim. Foi aí que marcamos a tal “conversa” numa rua próxima de casa, que nem posso falar o nome, nem como era conhecida essa rua, pois quem mora ali ligaria facilmente os pontos e chegaria até mim rsrsrs.

O carro dele tinha vidros bem escuros — perfeitos pra aprontar. E foi exatamente o que aconteceu.

Estávamos ali sozinhos, sentados no banco da frente. Falando sobre namoros, ficadas, besteiras… de repente ele pega minha mão com firmeza e coloca direto em cima do pau dele, por cima da calça, e fala com a voz rouca:

“Sente só como você me deixa!”

Eu até me assustei e soltei:

“Direto assim, Jota?!”

Mas estava bem duro, latejando, e dava pra sentir que era bem grosso. Meu coração disparou. Ele me puxou pelo pescoço, me deu um beijo quente e molhado, enquanto abria o zíper da calça jeans com a outra mão e guiava meus dedos pra dentro. Primeiro por cima da cueca — que volume gostoso, quente e pesado eu sentia pulsando na palma da minha mão. Depois ele puxou o pau pra fora. Coloquei a mão em volta daquela tora grossa. Eu escorreguei um pouco mais pra baixo e segurei também pelas bolas, sentindo o peso delas.

Enquanto a gente se beijava com fome, eu punhetando ele devagar, ele enfiou a mão no meu cabelo, segurou firme e começou a forçar minha cabeça pra baixo, em direção ao pênis. Entendi perfeitamente o que ele queria. Sem precisar de palavras, meu pescoço foi se curvando. Cheguei bem pertinho daquela cabeçona rosada, senti o cheiro forte e masculino, abri a boca e coloquei a cabeça quente lá dentro. Não coube tudo, era grande demais pra minha boca de adolescente.

Ele deitou o banco do motorista, abaixou a calça e a cueca até os joelhos, deixando aquele pauzão todo exposto. Eu me ajeitei de quatro, joelhos no banco do passageiro, e comecei a mamar com vontade. Enquanto isso, ele enfiou a mão por baixo da minha saia, puxou a calcinha pro lado e passava os dedos grossos no meu clitóris inchado, me masturbando devagar.

Chupei com fome por uns bons 30 minutos, babando, fazendo barulhinho gostoso. Sentia ele latejar na minha boca. Até que o pau enrijeceu ainda mais, as veias dilataram. Ele avisou, quase sem ar:

“Vou gozar!”

E começou a implorar, com a voz rouca:

“Você vai engolir tudo? Vai beber meu leite, minha novinha?”

Eu só fazia “uhum” com a boca cheia, mas por dentro estava com um misto de tesão e medo. Era um homem grande, mais velho, pau grande… tive receio de não dar conta, de sentir ânsia, sei lá.

De repente veio um gostinho diferente, salgado. Era o esperma entrando em erupção. Eu suguei a glande com mais força, passei a língua com carinho em volta do prepúcio. Foram poucos segundos e ele esporrou com pressão forte na minha boca — uns 4 ou 5 jatos fartos, grossos, quentes e viscosos.

Mantive tudo acoplado, engolindo cada jato pra dar o máximo de prazer pra ele. Fiquei ali, num tipo de “namoro” com aquele pau gostoso, sugando devagar mesmo enquanto ele amolecia. Ele se contorcia de tanta sensibilidade, gemendo baixo, mas eu não parava.

Por fim, desacoplei a boca devagar, dei mais duas chupadas carinhosas na cabeça sensível, dois beijinhos nela, me levantei, olhei nos olhos dele e disse simplesmente:

“Tchau!”

Sem falar mais nada, sem olhar pra trás, abri a porta do carro e fui andando pra casa, com o coração acelerado e o gosto dele ainda na boca.

Ele ficou completamente encantado e continuou me chamando depois… mas isso é papo pra outro dia rsrs.

Aguarde! 😏

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