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FOMOS NO DOGGING E DEI PARA UM ELETRICISTA QUE GOZOU NA MINHA BOCA

Postado há 2 horas

Depois do swing fomos ao dogging e mamei o pau suado do eletricista da Enel até ele gozar.

Relato do vídeo

Depois do swing, a gente foi direto pro ponto de dogging.

Avisamos nas redes que íamos numa casa de swing. Um amigo viu e pediu pra gente encontrar com ele depois. Fomos. Só que, como sempre, o povo fura. Chegando lá, o primeiro problema: um carro de frente, faróis ligados. Era da GCM. O lugar costuma ser sempre cheio, sempre rola dogging. Mas a viatura + a chuva espantaram a turma. Mas não ia ser uma viatura que ia me impedir de dar a buceta pra quem eu quisesse.

O lugar também costuma ser menos iluminado. Eu ainda não sabia, mas o motorista daquele carro parado ali na frente ia me comer.

O rapaz queria que fôssemos pro carro dele. A gente estacionou à frente. Ele ficou dando farol alto pra chamar. Como não cedemos, ele veio até o nosso carro.

“Linda você, hein.”

“Obrigada.”

Falou que tinham falado desse lugar, que ele não acreditou. Disse que era da região, que tinha saído do serviço agora. Perguntei com o que ele trabalhava. “Sou funcionário da Enel.” Eu já tinha visto a roupa de eletricista. Ele tinha acabado de sair do beco. “Nossa, muito gata.”

O Nei falou que podia passar a mão em mim. Ele tocou. “Até parece que é um sonho.”

A gente é casado de verdade. Mostrou as alianças. Casados há 16 anos.

“Entra desse lado aqui. Eu vou lá atrás. Sai da chuva.”

Ele mamou nos meus seios. Eu levantei a perna pra ele lamber a buceta mais à vontade. Os machos gostam de lamber assim, mais aberta.

O Nei falou pra ele tratar eu como puta. “Bucetão gostoso.” Falou que podia falar o que quisesse, pedir o que quisesse. Nada de beijo na boca. Puta não beija na boca. Se quisesse me pôr pra mamar, se quisesse chupar, era só mandar.

“Tá gostando, cachorra?”

Naquele momento ele estava enfiando a língua bem no buraco da buceta, sem dó.

Nosso amigo não apareceu. Sorte até demais pra ele. Um contato nosso disse que iria pra esse local. Mas, como vocês viram, ele deu lugar a outro homem.

“Ele tá lambendo o priquito, amor?”

“Aham.”

Ele chupou e lambeu toda a minha buceta. Por dentro e por fora.

“Ela tá aqui pra te servir""

"Vem chupar aqui, gostosa, vem!”

Isso é meio que o ápice: lamber uma caceta de rua, sem qualquer garantia de higiene. O cara tinha trabalhado o dia todo. A cabeça do pau estava oculta. Chupar assim é a certeza de que vai estar com sabor de pau de verdade, sem banho. A vida como ela é. E eu mamo o pau que aparecer, sem medo de ser feliz.

“Chupa ele, sua safada, chupa!”

“Mama, vagabunda.”

Os ônibus passando na rua e eu aqui mamando. “Vadia, cachorra.” O pau do macho que trabalhou o dia inteiro. “Você está fazendo a alegria da classe trabalhadora.”

Ele encaixou o pau atrás de mim. Empurrou. “Amor, o pau estava com gosto de trabalhador?”

“Tava, né!”

Bucetinha apertada. Uma chuva do caramba e não parava de passar ônibus. Os ônibus tudo passando e eu dando. “Come essa prostituta, come!” Pode bater com força que ela gosta.

No carro é apertado, zuado. Ele nunca tinha feito assim. Estava com muito tesão, mas também desconfortável. Era a primeira aventura dele desse jeito. Ele ia gozar na minha boca, com o pau meio mole.

Primeira vez que gozam de pau mole na minha boca. Notei duas diferenças: sai em baixa pressão e em pouca quantidade.

“Bate no rabo dela, bate nessa puta.” Ouvi o gemido discreto dele. Continuei.

Nesse momento ele estava se aliviando. Eu senti e passei a mamar mais. Como era pouquinho, ia saindo e eu engolia. Estava chovendo muito. O Nei foi pegar o guarda-chuva. Enquanto isso, o safado seguia soltando esperma na minha boca, e eu nem pude me comunicar e avisar. E mais um ônibus passa.

Foi diferente, sem muita foda. Mas pela adrenalina e pela porra que mamei, eu gostei. Quero voltar nesse lugar em breve.

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