Noite na cabine da casa de Swing - O negro entrou sem convite e sem bater na porta
Quarto homem a me pegar na cabine do Swing, meteu no pelo, fez coito interrompido, gozou em cima do corno.
Postado há 2 dias
Estava num motel. O macho, no final, me pegou em pé, encostada na parede. Ele abriu minha bunda com as duas mãos para meter bem fundo, enquanto o corno se sentou numa cadeira de frente para mim, assistindo a tudo com a boca aberta.
Quando o macho gozou, o corno pediu que ele jogasse toda a porra que estava na camisinha sobre a minha bunda. O touro fez exatamente isso e ainda espalhou tudo no meu rabo. Em seguida, o corno pediu que eu mamasse o comedor, limpando qualquer restinho de porra que tivesse na cabeça e no resto do pau dele.
E, como sempre, o corno veio me beijar logo em seguida para sentir o sabor da porra que ficou na minha boca. É muito corno mesmo!
Para não perder a tradição, ele ainda pediu que eu cuspisse na sua boca, para não desperdiçar nadinha.
Depois que saímos do motel, eu dei a ideia ao corno de irmos para outro motel, porque, depois de toda aquela aventura, eu ainda estava com vontade de humilhá-lo mais.
No segundo motel, eu estava morrendo de frio. Coloquei a camisa do Nei para me aquecer rsrs.
Se vocês compararem os vídeos, vão notar que a camisa azul que estou usando é a mesma que o Nei usou no outro vídeo. Dá pra ver também a lingerie por baixo — é a mesma.
Eu estava debaixo das cobertas, com tesão, mas com bastante frio rsrs. O Nei me descobriu e disse que ia me esquentar. Abriu minhas pernas e começou a chupar minha buceta bem gostoso. Ficamos assim por alguns minutos até eu gozar na boca do corno.
Depois eu me virei de bruços, empinando bem a bunda para o corno não reclamar que ela atrapalhava ele meter fundo. Rapidamente ele avisou que estava quase gozando. Eu o repreendi na hora e proibi: disse que ele ainda tinha uma missão importante — limpar minha bunda, que ainda estava com a porra seca do macho que tinha esvaziado o saco dentro da camisinha.
O corno me perguntou se eu lembrava onde a porra tinha caído. Eu mostrei o lugar exato. Ele começou a cheirar e disse que estava com um cheiro forte de porra. Então mandei ele lamber. Ele obedeceu e passou a língua, umedecendo aquela porra seca e transformando aquele “leite em pó” de volta em leite líquido rsrs.
Coloquei até a cena do comedor derramando a porra em mim no mesmo momento em que o Nei está lambendo minha bunda, para vocês verem que ele limpa exatamente onde o macho sujou. Fica uma delícia essa sincronia.
Como bom corno que é, o Nei colocou a camisinha. Afinal, se o macho não gozou dentro, não seria ele quem faria isso. Essa parte ficou muito gostosa, porque eu dei todos os ingredientes que deixam o pau do corno bem duro: porra seca, porra líquida, humilhação e muito xingamento de corno.
O manso parou um pouco, voltou a lamber minha bunda suja, enfiou a língua bem fundinho no meu cu, tocando meu reto. Eu senti perfeitamente… até a língua do corno estava dura rsrsrs.
Por fim, gozamos juntinhos, ele aos berros pedindo “me xinga” e eu chamando ele de “corno” sem parar.
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