Após o Preservativo do Comedor estourar fiz o corno usar camisinha. Ejaculou precocemente
Não podia receber esperma naquele dia, estava ovulando muito, mas já que aconteceu, o corno só pôde meter com camisinha.
Postado há 5 dias
Meu marido vivia pedindo mais um filho. Já tínhamos dois, eu usava DIU há anos e sempre adiava. Por recomendação médica tirei o DIU e fiquei um tempo sem anticoncepcional. Era exatamente o que ele queria: útero livre.
No carro, a caminho de casa, ele começou a nos filmar — como sempre faz, até nas situações mais íntimas. Disse que aquele era um dos meus dias férteis, que tinha visto na calcinha aquele líquido viscoso de clara de ovo. Emendou o pedido:
“Vamos fazer um filho?”
Eu estava de vestido branco com detalhes pretos, tesão subindo o corpo inteiro. O que ele não sabia: a calcinha já estava na bolsa. Eu ia sem nada, escorrendo. Período de cio. Queria ser penetrada — imaginava que seria em casa, de camisinha.
Topei. Fomos para o motel, suíte 52. Ele pediu para eu subir na frente só para filmar por baixo. No quarto, levantei o vestido. Bunda nua. Surpresa. Os dois já molhados, líquidos viscosos saindo. Combinação perfeita.
Mamei o pau dele, sugando tudo. Ele não aguenta. Você vai ouvir ele pedindo para eu ir mais leve — e admitindo que é por isso que chama outros homens para me comer.
Sentei na boca dele e gozei com a língua do corno no clitóris. Depois fiquei de quatro. Ele encaixou fácil, fundo. Provocava: saco cheio, queria esvaziar dentro. Eu pedia força, porra, que eu estava fértil. Na hora em que ele ia gozar, soltei:
“AMOR, DEIXA OUTRO GOZAR DENTRO DE MIM PARA A GENTE FICAR NA DÚVIDA?”
Ele já tinha falado nisso. Eu desconversava. Naquele tesão, quis dar o presente: filho e o título de corno manso intacto. Gozamos juntos, forte. Ele me encheu.
Banheira, volta para a cama, mais uma gozada dentro. No final ele olha a buceta lotada e pergunta se eu achava que tinha dado certo. Eu disse que faltava mais um macho para fazer a melhor de três. Ele topou procurar alguém com traços parecidos com os dele.
Domingo. Segunda-feira o rapaz já tinha corrido, feito consulta e exames particulares. Limpo. Mandou os papéis. Você vê a gente chegando no motel e o corno pedindo para ele mostrar os exames.
Meu rosto está borrado. Dá para sentir a apreensão. Uma coisa é falar no tesão. Outra é estar ali e pensar: “Por que eu estou fazendo isso?” Tesão, medo, insegurança, princípios. Mas saiu como planejado.
Começa em casa: o Nei me depilando com gilete na cama, com cuidado, deixando buceta e cuzinho lisinhos.
Antes do motel encontramos o convidado num bar na zona leste para conversar. Só quando chegamos no quarto a ficha caiu de verdade. Travei. Dúvidas, medo, insegurança — tudo visível. Queria que alguém desse uma brecha para eu falar “melhor outro dia”. Fiquei sentada na cama, mexendo no celular. O rapaz ficou confuso: meu corpo dizia “fértil, depilada, perfumada, quero sua porra”, o olhar dizia o contrário.
Ele tentou a “dança do acasalamento”. Eu ignorei. Depois de minutos, cedi. Entreguei o celular para o corno. O rapaz chupou quase meia hora. Normalmente eu gozo em dez minutos de oral. Ali a tensão travava tudo.
O marido foi incrível: mãos, beijos, mamas sensíveis. O rapaz veio beijar e dedar. Dedo no clitóris, mama direita na boca. O corno abocanhou a esquerda. Minhas pernas fechavam sozinhas. Os dois prenderam uma perna cada, me abrindo. Dedada, clitóris, mamas mamadas ao mesmo tempo.
Depois o macho veio por cima, sem camisinha, de quatro. Tentou interromper. Não conseguiu. Numa das tiradas sai um jato visível. Encaixa de novo. A buceta já estava sendo galada de verdade, porra saindo e melando a entrada.
O corno pede para ele avisar quando for gozar, queria ver de perto. Inocência: o homem já tinha metido porra. Faltava o orgasmo final. Ele gozou como galo, inundou.
O corno não perde tempo. Usa a porra do outro como lubrificante e se esvazia também. Depois ainda tem mais duas gozadas dentro — uma de cada.
Depois daquele dia já me considerava grávida. O teste confirmou. Como não tinha sido com mais ninguém naquela janela, um dos dois me fecundou.
Depois do banho do Raul, ele volta direto: beijo, carinho, língua de novo. Eu já mais relaxada — o principal tinha acontecido.
Vira de quatro, língua no cuzinho. Buceta cheia, o marido ainda queria mais cheia. Raul senta em cima da minha bunda, cutuca a entrada que já se abre sozinha e mete de novo. Estocadas amortecidas na bunda.
Põe o pau na minha boca. Eu mamo de quatro, buceta desprotegida. O corno engata atrás enquanto assiste a mamada. Ele até controla a ejaculação precoce… até ter outro me comendo ou eu mamando. Esporra de novo dentro.
Limpa o que escorre. Raul me vira de lado e entra outra vez. O manso segura minha perna esquerda no ar, me deixando exposta. Continua até o Raul desfalecer depois de mais de uma hora.
Porra dos dois no fundinho.
Banho. Casada grávida sem saber qual macho fecundou.
Na gestação o tesão virou loucura. O corno ficou ainda mais com vontade de me ver com outros. Transei com pelo menos quatro. Uma vez fui numa casa de swing com a barriga enorme. As pessoas piraram. Foi a fase em que o Nei mais me comeu: os dois tarados.
São 12 horas de vídeos da minha gravidez: do pedido no carro, a suíte 52, o medo no motel, as gozadas dos dois dentro, o teste positivo, o barrigão e todos os encontros que tive até a semana que antecedeu o parto — inclusive o Nei me acordando bem cedo, na véspera, para me bulinar grávida.
Agora te inseminar também, minha deusa
@valugoleador: Pior que eu gosto de ser inseminada, dá um fogo pensar nisso
Essa mulher é um tesão. Vontade de comer o cuzinho dela e encher de porra e mandar o corno limpar.
@valugoleador: Ele é um ótimo faxineiro