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Seguidor teve sua chance - A camisinha estourou e vazou muita porra da buceta

Postado há 3 dias

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Camisinha estourou, ele gozou fundo na minha buceta. Corno filmou tudo enquanto eu escorria porra.

Relato do vídeo

Depois de um encontro combinado com um seguidor que há tempos batia punheta vendo meus vídeos, a gente foi pro quarto. Eu já estava bem molhada e excitada, o Nei filmando tudo enquanto o comedor me comia forte de quatro, me elogiando e falando que finalmente estava me conhecendo de verdade. A camisinha começou a dar problema de atrito bem cedo, eu já sentia a buceta esquentando e pedindo mais lubrificação.

Eu ainda estava de quatro, ele montado atrás de mim, o corno se masturbava e eu pedia pro comedor me apertar com força. O corno perguntou como estava a lubrificação, porque sabia que muito tempo de camisinha resseca. Estava na cara que ia dar problema.

O seguidor, enquanto me fodia, falava o quanto sonhava em me conhecer pessoalmente, em ver meu rosto de verdade. Dessa vez eu estava ali na frente dele, agora deitada com as pernas bem abertas pra ele socar forte.

Pedi ajuda do corno pra me lubrificar, já estava ficando assada. Ele passou KY na minha buceta e o macho seguiu me comendo.

O comedor queria que o corno nos deixasse a sós e pediu uma cerveja. Era a nossa deixa pra meter um pouquinho sem o manso perto, mas quem conhece o Nei sabe que ele fica sempre espiando e filmando. Fica bem gostoso assistir assim, com ele filmando escondido.

De novo meu marido me lubrificou pra eu continuar recebendo pau. O macho me virou de barriga pra baixo, montou em mim e me chamou de puta de luxo por causa daquele mimo que eu tinha dado.

Ele se deitou e eu montei nele. Ainda estava incrédulo, falando que batia até cinco punhetas num dia só vendo meus vídeos. O Nei deu um belo close na minha bunda engolindo o pau do comedor, que estava bem fundo, do jeito que eu gosto.

O macho mamou minhas tetas enquanto eu montava nele. Depois me pôs de quatro de novo. O Nei pediu pra lubrificar, mas o comedor só passou um pouco de KY na camisinha. Isso estava aumentando o atrito. O pau dele estava bem duro e às vezes escapava da buceta. Ele nem precisava das mãos pra encaixar de novo: o pau sabia o caminho e entrava fácil, com uma força que até assustava.

O pau entrava forte e seco. O KY não estava resolvendo. Ficava claro que nem ele nem eu íamos conseguir gozar com o preservativo, mas eu não queria aceitar que ele gozasse dentro. Ele pedia a todo momento pra tirar a camisinha.

Meu plano era ele gozar na minha bunda se masturbando ou eu mamar ele pra gozar na minha boca. Mas o destino já tinha guardado um desfecho diferente: a porra ia ser injetada no meu fundo.

Ele tirou a camisinha e pediu pra eu mamar o pau dele. Disse que se eu conseguisse, ia fazer ele gozar, porque já fazia mais de quarenta minutos que a gente estava metendo. Nessa hora o pau dele estava bem duro e lubrificado com a minha boca. Deu vontade de sentar, mas eu resisti. Ele me puxou com a mesma intenção, mas eu neguei.

Passamos a nos beijar, ajoelhados frente a frente na cama. Ele tentou me penetrar de frente e eu fugi daquela cabeça insistente. Como era teimoso!

Mas eu entendo… muito tempo só me assistindo, ele queria fazer completo.

De novo ele me colocou de quatro e socou forte, com o Nei dando close do pau bombando minha buceta. Eu estava com vontade de gozar e pedi mais força, mais velocidade.

Ainda assim algo me impedia de liberar o orgasmo… algo como a camisinha.

Ele não parava de macerar minha buceta. Parecia uma picareta querendo furar concreto bem duro.

Apesar de ter trocado de camisinha quando eu chupei ele, a nova já estava sendo esfolada. O corno deu KY pro safado, que não fez questão de usar. Seguia castigando minha buceta e meus pequenos e grandes lábios. A temperatura aumentava, o atrito da borracha nas paredes da minha buceta também. Era tragédia anunciada do que estava pra acontecer.

Ele me deitou na cama, agora em papai-e-mamãe. Me beijava enquanto eu estava bem aberta. Achei que agora ele ia gozar, e eu queria gozar também. Geralmente consigo quando o macho goza juntinho comigo. Mas de novo aquela barreira não deixava a gente se aliviar gostoso. Minha buceta seguia sendo muito castigada com bombadas bem fortes. O saco do comedor pingava suor. Ele estava pondo muita energia em mim.

Como ele não passava mais KY, tentei aliviar o atrito com saliva, passando na buceta. Depois pedi pra ele me foder em pé. De novo passei saliva pra reduzir a ardência enquanto ele se preparava pra bombar em mim. Não demorou e ele voltou a socar forte.

Demos uma pausa. Ele estava com sede e o calor estava demais. Fui buscar água pra nós e o Nei ficou tirando onda com o rapaz porque não conseguia gozar.

Ele se deitou na cama querendo que eu montasse nele, mas eu fiquei de quatro, me abri toda e deixei ele à vontade pra enfiar em mim. Afinal, ele queria me comer, não era? Então trabalhe e me coma!

Estava chegando a hora de nós dois enfim conseguirmos gozar. O mais curioso é que vamos gozar juntos. Fica bem claro que ninguém ali tinha consciência de que a camisinha tinha estourado naquele momento, mas nossos genitais sentiram. Depois de mais de uma hora tentando gozar sem conseguir, em pouco tempo ele avisou que ia gozar. Eu senti muita vontade também e então os dois explodimos num gozo muito forte. A única explicação era a camisinha estourada, deixando nossos genitais pele na pele.

Meu marido perguntou se ele tinha gozado tudo dentro. O seguidor, com cara de assustado, respondeu que sim.

Quebramos o gelo pra manter o bom clima. Eu dei risada, deitada de lado, abri a bunda pro Nei olhar minha buceta recheada. Ele filmou bem de perto e mostrou que na porta já tinha porra bem grossa.

Ele sugeriu ao seguidor que fosse tomar banho e pediu pra eu me levantar e mostrar a porra saindo. E olha… foi muita porra!

Saiu bastante sem qualquer esforço. Pra saber se tinha mais, fiz força. Saiu porra misturada com urina. Não consegui controlar e mijei um pouquinho: aquela chuvinha dourada misturada com porra bem branquinha.

Depois disso nos despedimos do nosso querido seguidor. Eu, com a buceta ainda lubrificada com o esperma do comedor, chamei o corno pra vir até o quarto. Estava de shortinho, sem calcinha. Avisei que precisávamos de pílula do dia seguinte, que ele não podia me comer sem camisinha e muito menos gozar em mim, e pedi pra ele cair de boca para limpar aquela bagunça deixada pelo nosso convidado. E assim ele fez. Mas isso é história pra mais à frente.

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