Prévia - Dei o cu no Swing um desconhecido gozou na minha boca e cuspi tudo na boca do corno
Estávamos indo embora e resolvemos dar mais uma volta no labirinto, resultado, comeram meu cu.
Postado há 2 horas
Era hora de me arrumar, porque naquela noite eu precisava mamar uma rola diferente. Uma rola maior que a do meu marido.
Na Inner, enquanto eu curtia na pista, um cara não parava de dar em cima de mim. Ele voltava toda hora, falava comigo e com o Nei. Eu falei pra ele ficar atento quando a gente fosse pro labirinto. Disse que se ele fosse paciente, pelo menos um boquete ele ganharia. Meu marido reforçou: “quando a gente entrar, coloca o pau no glory”. O macho, todo confiante, respondeu: “fiquem tranquilos, quando eu colocar o meu lá, vocês vão saber que sou eu”.
Quando vimos aquele pau atravessar o buraco, entendemos na hora a brincadeira. O conjunto era grande: pau e saco. Meu corno ficou tão humilhado que o pau dele, que já é pequeno, ficou ainda menor e mole. E eu enchia a boca com aquele pau grosso.
Depois veio a penetração. Ele começou com camisinha, entrou fundo, e eu precisei me apoiar no ombro do meu marido.
“Vai machucar ele não?” eu perguntei, rindo daquele sacão. O Nei só falava: “mama a cabeça dele, mama bem gostoso… esse sacão deve estar cheio… apoia em mim… você deu sorte, um pausão desse no glory”.
Ele me fodia fundo, e eu sentia no útero. “Tá no meu útero, Corno!”, eu gritava. Meu marido pedia pra eu abrir as pernas, namorar o pau, e repetia que eu estava ali pra servir o macho. “Pausão ela não resiste, ela faz tudo que o macho manda.” Eu gozava, ele puxava meu cabelo, mamava nos meus peitos, e o corno filmava e falava: “delícia ver você empurrando na minha mulher”.
Tinha KY na mão. O Ney insistia pra eu dar o cu. Eu fazia doce: “não tô preparada… o cu hoje não”. Ele respondia que com carinho o pau era macio e que eu sempre fazia esse charminho. O macho entrava na conversa, falava que ia me enrabar, que eu ia enrolar se ele não fizesse. Meu marido pedia: “por favor, deixa o macho enrabar… soca sem dó… força essa filha da puta”. Eu resistia um pouco, mas o pau estava enterrado fundo, as bolas batendo, e eu acabava gemendo que gostava quando ia fundo.
No final, ele ia gozor. Meu marido perguntou se eu queria na boca. Eu puxei do fundo, engoli, e o corno pediu pra eu beijar ele depois. “O que um corno merece? Porra na boca.”
Foi uma noite daquelas: o macho confiante do glory, o pau enorme, o corno humilhado e excitado ao mesmo tempo, e eu no meio, servindo e gozando.
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