Corno deixa a esposa sozinha e o convidado goza dentro dela
Chamamos um convidado, após uma boa conversa o corno nos deixa a sós e o comedor acaba gozando dentro de mim.
Postado há 4 dias
Após o cara gozar dentro de mim tentando um coito interrompido, o Nei reparou no excesso de porra branca escorrendo da minha buceta. Mesmo depois de eu me limpar com papel higiênico, toda vez que eu abria e fechava as pernas aquela clara em neve voltava.
O corno não perdeu tempo: caiu de boca na minha buceta e me limpou como só ele sabe fazer, quase me fazendo gozar de novo. Tive que expulsá-lo do meio das minhas pernas e colocá-lo no seu lugar: na punheta. Me viro de quatro e volto a mamar o pau do comedor, que agora estava mais flácido e com dificuldade de endurecer.
O corno percebeu e avisou que ia nos deixar sozinhos novamente pra ver se ajudava o macho a voltar a me foder. Eu deixo essas partes nos vídeos porque somos reais. Não gravo com atores, não sou atriz. Sou apenas uma esposa casada que adora ser comida por outros homens, com um marido que me apoia e curte tudo isso. Quem nos assiste sabe que na vida real acontece de tudo: às vezes rola brochada, às vezes na segunda rodada o pau demora pra reagir… e está tudo bem. É isso que torna nossos encontros verdadeiros.
Voltando à história: o macho foi honesto e avisou que não estava conseguindo. O Nei, como bom corno, foi buscar água pra ele refrescar. Enquanto isso, usou uma velha tática dele: mandou eu ficar de quatro, colocou uma camisinha e começou a me foder. Ele sabe que ver minha buceta já bem aberta e usada costuma dar um gás no comedor.
Nei começou a falar aquelas coisas de corno que eu amo: que adora me comer depois que outro já me abriu, que só assim consegue ter uma ereção de verdade… e foi falando isso enquanto o pauzão do macho ia endurecendo ao nosso lado.
O corno então perguntou se ele queria me comer de novo. O cara respondeu que sim. O Nei abriu passagem, me deixou ali de quatro, bem lubrificada, aberta e sem proteção, pronta pra receber mais rola. O macho enfiou com força. Pedi pro corno abrir minha bunda pra ajudar na penetração. A vontade de gozar veio forte e avisei que ia gozar. Ele montou em cima de mim, pisando com os dois pés na cama, e me fodeu feito um cachorro, bem fundo na minha buceta molhada, gozada e aberta. Gozei gostoso de novo.
Nem sei se ele gozou dentro mais uma vez, porque seu pau saiu mole e eu caí desfalecida na cama, com o rabo pra cima — um prato cheio pro corno, que já estava esperando sua vez. Claro que ele não gozou dentro de mim.
Usou minha buceta bem fodida pra encher a camisinha, enquanto o comedor assistia tudo. Pra deixar o pau do corno bem duro, ele me deitou de lado, arreganhou minhas pernas pra meter mais fundo e pediu pro macho bater aquele pau mole e grande na minha cara. Depois implorou pra eu mamar. Fiquei ali, levando a rola pequena mas bem dura do meu marido enquanto chupava manhosa aquele pauzão torto e pesado do comedor, sentindo o sabor da minha própria buceta. Mamei bem gostoso, olhando pro Nei, revirando os olhos.
Ele aguentou pouco e jorrou um monte de porra dentro da camisinha. Minha buceta já não está mais acostumada com essa gala rala de corno… hoje em dia ela prefere esperma forte, grosso, branco como neve, viscoso e farto — aquele tipo que só touros de verdade produzem.
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